Homens
de Preto - Parte 2
O
Dr. Albert Bender viveu um caso com MIBs nos anos 50 que
foram muito importantes para o início da ERA DOS
CONTATOS.
Albert Bender era o diretor do "Birô Internacional
dos Discos Voadores", operando em Bridgeport - Connecticut.
Este birô congregava um número expressivo de
membros e funcionava em uma das dependências da residência
do seu diretor. A intervenção dos MIBs chegou
para tumultuar a tranqüilidade deste movimento.
Albert Bender cometeu a indiscrição de dizer
que conhecia o segredo dos discos voadores e iria revelar
o que sabia em um livro. Foi a deixa para os acontecimentos
se sucederem, após haver noticiado esta sua pretensão
no "Space Review". Bender cometera um erro antes
de enviar o seu anúncio, ele comentara o fato com
um colega. Imediatamente, recebeu a visita de um MIB. Sem
o mais ínfimo dos conhecimentos da polidez, "materializaram-se"
no seu quarto, três figuras, três sombras que
lhe produziram, é bom anotar-se, uma sensação
de "náusea". Bender descreve a cena:
"As figuras clarearam. Todos os três vestiam
roupas negras e se pareciam com sacerdotes, mas usavam chapéus
no estilo "Homburg". As suas faces não
eram discerníveis porque os chapéus as disfarçavam
e sombreavam. Sentimentos de medo foram deixados de lado...
Os olhos dos três, brilhantes como luzes, estavam
focados em mim. Pareciam queimar-me a alma como que se as
dores provocadas nos meus olhos chegassem a um ponto insuportável.
Nesta hora foi que me dei conta de que me enviavam uma mensagem
telepática".
Os visitantes fizeram-no saber de que estava no caminho
certo quanto ao segredo que pretendia veicular, mas não
queriam que ele o fizesse. Esta, aparentemente, foi sempre
a função de um MIB. Existiam outras ordens
que se resumiam, praticamente, no cessar de todas as suas
atividades ufológicas, inclusive, no fechamento do
birô e do Space Review. Isto tudo feito em meio a
reticências ameaçadoras...
Bender prometeu obedece-los em nome da sua honra como cidadão
americano!!! (veja: www.digiserve.com/ufoinfo/roundup/vo2/mdo2-35shtml
reportagem de Joseph Trainor para Ufo Roundup).
Entretanto e apesar de todas as promessas feitas, como soe
acontecer, Bender começou a sentir uma estranha compulsão
de "abrir as comportas" e soltar toda a avalanche
de conhecimentos represada na sua mente. Este é "um
fator de estranheza" sempre repetido em casos similares.
A testemunha ao invés de sonegar dados quer divulga-los,
sentindo no fato uma estranha compulsão. A testemunha
SABE que as ameaças jamais se concretizarão,
como não se concretizam. As testemunhas dizem sentir
que existe algo de inconsistente nas ameaças, algo
que os encoraja ao invés de desencorajá-los
a desobedecer às ordens que lhes foram impostas.
Há que se raciocinar o seguinte: os MIBs estariam
usando o efeito psicológico do princípio contrário,
do tipo encontrado no conto infantil onde o sapo, em mãos
inimigas geme e implora: "Não me joguem na água,
me joguem no fogo, odeio a água ela me faz mal e
me leva à morte"...
MIB 2
Outro fato curioso aconteceu com Robert Richardson de Toledo
- Ohio em Julho de 1967. Richardson dirigia em uma estrada,
bateu em alguma coisa que se desvaneceu em seguida. Pesquisando
o local, ele encontrou um pedaço de metal que logo
enviou para análise na APRO.
Tarde da noite, recebeu a visita de dois homens de preto
na porta da sua casa, que o interrogaram por 10 minutos.
Richardson deu-se conta de que não lhe foram mostradas
as identidades do dois sujeitos, nem ele as pedira e nem
mesmo tivera a intenção de pedir. Tudo muito
estranho. Os tais não o ameaçaram e a sua
conduta não lhe pareceu hostil ou sinistra. Queriam
o pedaço de metal. Richardson prestou atenção
no carro que os trouxera ali, era um Cadillac, como não
podia deixar de ser, ano 1953 e ele anotou a placa. Uma
inspeção ulterior demonstrou-lhe que a placa
pertencia a carro algum e a ninguém. Sete dias após,
dois outros MIBs , montados em um Dodge contemporâneo,
vestidos de negro e apresentando uma tez escura, o procuraram
novamente. Pareciam ser de origem estrangeira, um deles
falava um inglês perfeito, mas o outro tinha um sotaque
bem carregado.
Se a missão dos primeiros era a de resgatar o pedaço
de metal, a dos segundos era para que ele se esquecesse,
totalmente, da primeira visita. Após a explicação
do que havia acontecido com o pedaço de metal, Richardson
foi advertido com o mais perfeito modelo do pior dos "scripts"
escrito por Ed Wood*:
"Se deseja que a sua mulher continue linda, é
melhor entregar o metal para nós e se esquecer das
visitas".
Pergunta - Como sabiam de tudo a respeito do metal e da
visita anterior, se somente a sua mulher e a APRO conheciam
a história e mantiveram segredo sobre ela? (pelo
menos oficialmente). Grampeariam telefones como os sinistros
agentes da CIA? Qual seria a tecnologia empregada para obterem
notícias tão exatas? Richardson não
recuperou o metal tão desejado, a APRO não
devolveu e a sua mulher continuou linda!
* Ed Wood - aclamado como tendo sido o pior escritor de
scripts e diretor do cinema americano.
O Caso do Dr. Herbert Hopkins
Este caso aconteceu no Maine em Setembro de 1976. O Dr.
Herbert Hopkins, também hipnólogo, estava
trabalhando como consultor em um caso ufológico.Certo
dia o telefone chamou e o interlocutor se revelou como sendo
o vice-presidente da Organização Nova Jersey
de Pesquisas Ufológicas. O vice-presidente desejava
entrevistar o doutor a respeito do caso no qual trabalhava
como consultor. Diante da aquiescência de Hopkins,
em fração de segundos, o homem já estava
presente e tocando a campainha da porta. Isto surpreendeu
o Dr. Hopkins, mesmo o telefone público das imediações
não comportava a presteza "paranormal"
(segundo a apreciação do doutor) manifestada
pelo vice-presidente. Este importante personagem não
estava motorizado parecia ter vindo a pé. Como sra.
Hopkins e a sua filha estavam fora de casa, o Dr. Hopkins
teve o personagem inteiramente à sua mercê
para inspeciona-lo. À primeira vista, o vice-presidente
lhe pareceu ser um agente funerário. Vestia uma camisa
branca, terno preto, sapatos e gravata também negros.
O acento chique no vestuário, um par de luvas de
suede cinza e um chapéu. Todo este guarda roupa era
impecável, sem o mínimo vinco e acompanhado
por sapatos brilhantemente lustrados. Então... O
homem tirou o chapéu, mostrando uma careca luzidia
de cor cadavérica. Limpando os lábios vermelhos
em uma das mãos enluvadas, inadvertidamente, deu
aso a que o doutor notasse que ele usava baton! Um traço
avermelhado de baton sujou-lhe a luva. Continuando a sua
observação, o doutor pensou que o "careca"
devia padecer da mais severa das formas da "alopecia"
a "alopecia totalis', porque não possuía
sobrancelhas e nem cílios. Só depois de conversar
com o vice-presidente sobre o "caso" é
que Hopkins se avaliou a "surrealidade" existente
em todo o episódio e na figura do personagem que
o procurou, em nome de uma organização que
depois se revelou inexistente.
Outras Singularidades durante a Entrevista
Conversando com o MIB quem o exortou a apagar todas as gravações
que havia feito com as testemunhas sob hipnose, repentinamente,
o estranho lhe disse que ele possuía duas moedas
na algibeira (o que era verdade) e continuou a prosa como
que se a observação esdrúxula dela
fizesse parte. Em uma outra interrupção, o
visitante pediu uma das moedas que estavam na algibeira
e a desmaterializou diante do assombrado doutor que viu
a moeda desaparecer (como em certos fenômenos UFO)
sem deixar traço algum. Ainda por cima, Hopkins recebeu
um aviso "en passant": "Ninguém, nem
você, neste mundo, vai vê-la outra vez"...
Nunca mais ninguém e nem mesmo o seu proprietário
colocou os olhos na moeda desaparecida.
Acabado o momento da inusitada cena de prestidigitação
e de desmaterialização, a conversa prosseguiu
como se nada tivesse acontecido. Soque a voz do tal sujeito
começou a alterar-se, a ficar interrompida e o visitante
levantou-se da poltrona com extrema dificuldade dizendo
bem vagarosamente: "Minha energia está se acabando
- preciso ir agora - adeus". Enquanto caminhava desapareceu
como se fosse uma luz azul esbranquiçada semelhante
às luzes de um carro que, todavia, era inexistente
no caminho do jardim onde o vice-presidente "iluminou-se".
Acrescentamos o fato de que o Dr. Hopkins sentiu-se bastante
perturbado após este encontro, quando teve tempo
de digerir o toque do inusitado nesta visita e dos acontecimentos
nela inseridos. Movido por algo indefinido, o doutor obedeceu
às ordens do visitante e apagou todas as suas fitas
de gravações com as testemunhas hipnotizadas
por ele, coisa que jamais o faria sob outras sugestões,
que não as que recebera do MIB.
A Família Revisitada
Passados uns dias dos acontecimentos que acabamos de narrar,
o filho e a nora do Dr. Hopkins, John e Maureen receberam
um telefonema de um estranho que desejava apresenta-los
a alguém, no que eles assentiram. Mais uma vez a
ocorrência de que somente depois, quando repensaram
o fato, é que marido e mulher, assumiram a "absurdidade"
de terem aceitado tal convite de um desconhecido ... E por
telefone. Marcaram o encontro em um restaurante e daí
a pouco chegou o casal que lhes pareceu muito normal. A
uma segunda observação, John e Maureen notaram
certas singularidades nos dois: pareciam ter a idade de
uns trinta anos, porém se vestiam fora da moda, à
moda antiga. A mulher, então, estava inteiramente
fora da moda, coisa inexplicável em termos comuns
e também movimentava os quadris de forma bastante
estranha.O seu acompanhante, seguindo o figurino, andava
em passos pequenos e em linhas retas e os dois davam a impressão
de que caminhavam com todo o cuidado com medo de se estatelarem
no chão. Foram pedidos drinques, mas o casal "demodê"
não tocou nos seus.
A conversa entre os dois casais versou sobre a vida que
levavam John e Maureen e foram feitas certas perguntas indiscretas,
muito pessoais, pela dupla que os convidara a jantar pelo
telefone.
John e Maureen estavam constrangidos, o homem e a mulher
diante deles se esfregavam e se tocavam em carícias
altamente eróticas e de vez em quando perguntavam
aos assombrados convidados se estavam agindo corretamente.
Pareciam obsidiados pelo erotismo. Quando John foi ao banheiro
o estranho conviva, audaciosamente, perguntou à Maureen
se ela possuía retratos onde aparecia inteiramente
nua. Chegado o momento de finalizarem este encontro estranho,
John e Mauree e todos os presentes no restaurante, integrantes
muito respeitados da sociedade local, testemunhando os eventos,
alguma coisa errada passou a acontecer com o homem. O início
de uma paralisia. A mulher, com dificuldade, passou a rodeá-lo
enquanto dizia ao casal: "Por favor, movam ele. Não
posso move-lo". Com muito esforço, ambos se
locomoveram em linhas retas e passos curtos e não
disseram mais uma única palavra.
Nenhum dos presentes no restaurante e testemunhas dos fatos
quiz fazer publicidade do que assistiram em estado de estupefação,
nenhum deles quiz se promover às custas deste episódio.
Aos 30/08/2000 este caso foi relatado e confirmado com detalhes,
em um telefonema (Londres: à pesquisadora Lynn Picknett).
Consenso: O que seriam estes MIBs? Robôs?
Alguns itens do seu comportamento parecem indicar esta origem.
Temos que recordar uma frase do visitante do Dr. Hopkins,
quando observou ao médico que a "sua energia
estava caindo, se acabando", como que se necessitasse
de algo, talvez, de ser "plugado" em alguma fonte
energética. No caso dos familiares de Hopkins, eles
e todas as testemunhas no restaurante, observaram o caminhar
esquisito do estranho casal - linhas retas e passinhos estreitos
- o final da noitada foi sufocante para os dois estranhos,
quase que impossibilitados de se locomoverem a contento.
Lynn Picknett, calejada por trinta anos de pesquisa ufológica,
dentre as outras áreas que cobre, pensa que os três
MIBs da família Hopkins pareciam-se com "artigos
defeituosos" de uma fábrica de clones - "quase,
mas não sempre, passáveis como seres humanos:
roupas, falas e comportamento descentralizados, como se
estivessem tentando, mas falhando, imitar ou macaquear o
comportamento diário dos ocidentais. Mas, e se eles
fossem robôs?" - pergunta ela. "Quem ou
o que os criou? E porque? Se não são robôs,
o que são, neste planeta?"
Geralmente, os MIBs seguem este tipo de modelo apresentado
e não causam injúrias a ninguém. Como
exemplo, o "Caso de Luciano Galli", quem foi ciceronado
por um humanóide e quem, a exemplo das descrições
dos Casos Hopkins", tinha a tez oliva-escuro e possuía
olhos puxados e tipo oriental. O humanóide foi muito
gentil com o contatado, apesar das singularidades comuns
nestes tipos de contatos.
Outro MIB Benigno
Muito parecido com as descrições feitas pelos
Hopkins, um MIB bateu na porta da casa de ADELE, am Maio
de 1968 - Scarborough/North Yorkshire.
Adele (pseudônimo) era uma adolescente e estava sozinha
em casa. Hoje, Adele é uma empresária de sucesso
e mãe de dois filhos. Ela relembra o episódio:
"Ele era alto e magricela, usando um terno e gravata
pretos, camisa branca e chapeuzinho "pork pie".
Adele inicia as suas lembranças do caso acontecido
em inícios da década de 90.
"Ele tinha uma aparência exuberante e um sorriso
quase radiante. Embora fosse, decididamente estranho, não
tive medo dele - mais explicitamente, fiquei surpresa!"
Afinal de contas, Adele tinha 16 anos nesta época.
"Depois de sorrir "mostrando toda a dentadura"
como um idiota, durante o que me pareceram eras, mas, provavelmente
apenas por alguns segundos, todo o seu corpo deu um solavanco
e ele me perguntou: "Você tem um seguro? Ele
é atual? Sua voz era estranha. Como a de um robô,
aos solavancos e sem sentimentos. Olhando para trás
eu diria que era mais parecida a uma voz computadorizada.
Você sabe, daquele tipo que diz "impressão
completada".- Adele pensou ao ouvir a pergunta: "O
que é isto agora?" Mas como menina muito bem
educada respondeu com tranqüilidade que os seus pais
se ocupavam desta questão e estavam fora de casa.
Pediu ao estranho vendedor de seguros que voltasse em outra
hora. Nestas alturas o personagem começou a suar
"baldes". Então, tirou o chapéu
da sua cabeça e começou a se abanar com vigor,
revelando uma careca alva, que contrastava com a sua tez
exuberante. Tez exuberante? Para espanto da mocinha, a cor
exuberante lhe escorria o rosto abaixo, pois não
passava de pura maquiagem teatral e mal feita. As mãos
do ator também pingavam bagas de suor, misturadas
à base rosada. Com o mesmo sorriso fixo o homem lhe
pediu: "Posso VER um copo de água?"
Aparvalhada com a cena, que poderia ser cômica sob
outras circunstâncias, Adele ficou temerosa de que
o tal tivesse um colapso na sua porta. Polidamente ela o
convidou a entrar e foi buscar o copo de água. Ele
a acompanhou em passos dados aos solavancos e com a cabeça
jogada para trás, uma verdadeira marionete em ação.
Nesta hora, Adele percebeu que ele andava com sapatos novíssimos,
mas com os pés trocados e que as suas calças
e camisa "pertenceram a um defunto menor" e revelavam
um corpo glabro, sem um fio de cabelo, de brancura cadavérica.
Adele mostrou-lhe uma cadeira. Quando voltou da cozinha
com o copo de água, ela o encontrou diante da lareira,
parecendo deslumbrado com um relógio que lá
estava enfeitando a peça.
"Ele me pôs nervosa e eu comecei a tartamudear
como idiota, que o relógio pertencia ao meu pai e
que ele o recebera como presente quando se aposentara. Isto
lhe pareceu uma revelação do "outro mundo".
Ele me encarou, ainda sorrindo, aquele sorriso, e disse:
"É o tempo do seu pai? Ele está aqui
e agora?". Depois pegou o copo d'água e somente
olhou para ele. Lembrei-me de que me dissera que desejava
OLHAR o copo d'água e era o que estava fazendo. Eu
estava pasmada. Depois de escrutinar o copo por todos os
lados, com muita polidez, devolveu-me o objeto sem que tivesse
bebido um só gole d'água. Comecei a pensar
que eu enlouquecera ou de que estava sonhando, ou, de que
ele é quem estava louco. Em momento algum me senti
agredida e sim confusa, completamente confusa".
O visitante continuou adorando o relógio e lhe dando
tapinhas amistosos e dizendo repetidamente: "Seu pai.
Seu pai. Seu tempo, seu tempo".
Com muito esforço o visitante rodopiou na direção
de Adele, ele teve que usar ambas as mãos para virar
uma das suas pernas para a posição correta.
Lançou, então, uma observação
enigmática para a mocinha: "Observe as luzes".
Despediu-se do relógio com um tapinha e dirigiu-se
para a porta da casa. Adele correu para abri-la, caso contrário,
o homem a atravessaria como que se ela não existisse.
A mocinha fechou a porta e foi observar a saída do
visitante através da janela. Não havia ninguém!
Coisa impossível, devido à topografia da casa,
que oferecia visão panorâmica de toda a rua
e do jardim.
Quando seus pais chegaram, ela lhes relatou o episódio,
riram muito e não acreditaram nas suas palavras.
Depois tiveram que repensar o episódio. O relógio
que funcionara perfeitamente até então, enguiçou,
foi para o conserto, mas não conseguiram faze-lo
funcionar, até... Que surgiu o fenômeno Uri
Geller no "David Dimbledy Show" - Outubro de 1973.
O relógio do pai de Adele foi posto diante da televisão
- "Um grande número de peças de metal
foi entortado e muitos relógios rejuvenescidos...
O do pai de Adele dentre eles" - Lynn Picknett.
Outro fato estarrecedor neste caso. Assim que o homem saiu,
durante duas horas, luzinhas muito brilhantes e de cor branca
dançaram um ballet no living da casa e depois se
foram através da janela para o jardim e desapareceram.
Adele teve o cuidado de não mencionar este fato para
os seus pais, mas lembrou-se das últimas palavras
do homem: "Observe as luzes".
Você Pode Dispor do Tempo da sua Vida?
Em 1970, Peter (pseudônimo) tomou um trem no Victoria
Station, em Londres. Na sua cabine havia um homem que apesar
do calor, vestia-se de negro. Ao invés de paletó
usava um pulôver preto. Era muito esquisito e passou
a encarar o rapaz ostensivamente, com um olhar meio ameaçador.
Peter sentiu-se aliviado quando o estranho se levantou e
saiu.
Já no seu destino, em meio às pessoas que
embarcavam e desembarcavam do trem, encontrou-se com o seu
estranho ex-companheiro de cabine que batendo no seu ombro
perguntou-lhe: "Você pode dispor do tempo da
sua vida?" E dizendo isto virou-lhe as costas e se
foi.
Peter ficou chocado com a experiência e não
encontrou a resposta para que tipo de mensagem lógica
seria esta: "Acontece que talvez não exista
lógica alguma no lugar de onde este MIB veio".
Lynn Picknett.
Temos que fazer uma ressalva importante. Os MIBs deste e
de outros tipos muito comuns na ERA DOS CONTATADOS parece
ter sido, aos poucos, substituídos pelos chamados
GRAYS. Desde o advento em massa dos Grays, os MIBs robóticos,
maquilados e outros, têm surgido em pouquíssimas
aparições. "Ou ele SÃO os Grays
ou alguma coisa os transmutou". Observa uma especialista.
O Caso Mrs. Ralph Butler
Este fato aconteceu em Owatonna - Minnesota nos anos sessenta.
Durante algum tempo, Mrs. Butler e uma amiga divertiram-se
observando, quase todas as noites, luzinhas brilhantes em
um campo nas cercanias das suas casas. Apelidaram-nas de
"little flashers". Uma noite, as duas mulheres
viram as luzinhas transformarem-se em um objeto com luzes
coloridas, um disco luminoso. A amiga de Mrs Butler caiu
de joelhos, entrou em transe e fez as seguintes indagações
com voz metálica, saída em espasmos, dos seus
lábios - O.. que... constitui... um... dia... no
...seu... tempo?
Mrs Butler se recuperando do susto, respondeu à pergunta.
Outra indagação: "O ... que... constitui...
o dia... e... o ... que... constitui... a noite...?
Novas e detalhadas explicações e foram pedidas
outras explicações de somenos importância.
A amiga voltou do transe e comentou: "Oh boy, estou
satisfeita por ter terminado isto".
Nos dias seguintes ambas se tornaram exímias "canalizadoras",
mas quando quiseram partilhar as suas experiências
com outrem, foram mortificadas com terríveis dores
de cabeça!
Mrs. Butler ouviu falar de John Keel e foi procura-lo. Com
ele não houve dores de cabeça e nem outros
problemas. Feito um interrogatório, John Keel mostrou-se
muito satisfeito com as respostas. Ficou sabendo que Mrs.
Butler estava tendo problemas com o seu telefone e de que
ela se comunicava com vozes estranhas quando atendia o seu
"rádio cidadão" (CB rádio).
Mrs. Butler, repentinamente, relatou a Keel que recebera
visitas provenientes da Força Aérea e lhe
contou uma típica estória de MIB. Um tal major
Richard French lhe telefonara em maio de 1967, dizendo-se
interessado em Rádio Cidadão e em UFOs. Ele
a procurou e ela o descreveu como medindo 1.71 mts, pele
cor de oliva e face pontuda. Cabelos negros, muito compridos
em relação às exigências da Força
Aérea. Seu inglês era muito bom e com sotaque
americano. Estava bem vestido, camisa branca e gravata preta,
mas o seu terno não era negro e sim cinza. "Tudo
o que usava estava no "grito da moda" e o seu
carro um Mustang branco. Os Butler registraram a placa num
caderninho e descobriram que o Mustang pertencia à
área de Minneapolis. As coisas tornaram-se estranhas.
"Ele me disse que estava sofrendo do estômago
e eu lhe disse que necessitava comer geléia. Então
ele me respondeu que se continuasse sofrendo, voltaria para
comer geléia comigo".
Coisa estranha, um oficial da Força Aérea
precisar de voltar para comer geléia na casa de civis.
"Se a USAF não poderia servir gelatina para
um oficial... podemos perder a esperança neste mundo!"
Comenta L. Picknett.
Pois o oficial voltou no dia seguinte, serviram-lhe a gelatina
e... Ele não soube como consumi-la, tentou "beber"
a gelatina o que muito surpreendeu à sua amiga Mrs.
Butler. "Parecia que ele nunca tinha visto gelatina
na sua vida! Tive que ensina-lo a ingeri-la!" (O MIB
de Adele bebia água com o OLHAR). Este oficial das
"arábias" visitou amigos dos Butler em
Forest City - Yowa, mas não há registros do
que aprontou por lá.
Pergunta-se: Havia, na realidade, um Major French em Minnesota?
Havia, mas era uma outra pessoa, inteiramente diferente
do visitante de Mrs. Butler. O que era realidade, foi a
conexão entre o episódio UFO com o surgimento
do personagem. Há, também, a manifestação
do paranormal, neste caso, desde o início. John Keel
observa a revelação: "Objetos se moveram
sozinhos, copos e louças quebraram sem motivação
aparente e estranhos barulhos invadiram a casa dos Butler".
Poltergeist! É o nome exato para todas estas situações!
"O que fazer com tudo isto?" É a pergunta
da pesquisadora Lynn Picknett. "Qual é o PONTO
NEVRÁLGICO neste caso?" A pesquisadora revela
que Adele não se transformou espiritual ou paranormalmente.
Mas Picknett aponta a similaridade das descrições
do MIB e dos seus feitos e ditos com diversos outros casos
que pesquisou durante anos a fio desde 1979, quando foi
convidada para dirigir uma revista importante do seu país
- (The Unexplained) - a Inglaterra. Picknett acredita que
há respostas em demasia para o fenômeno UFO.
O seu livro, uma das FONTES destes relatos aqui expostos
(há um capítulo inteiro sobre os MIBs, do
qual retiramos estes relatos) é um dos mais completos
nesta área e abrange a totalidade desta pesquisa
e de todas as nuances e detalhes de outros eventos produzidos
pelos enigmáticos UFOs. O livro é volume obrigatório
na biblioteca de todos os que se dedicam à ufologia.
Fonte:
The Mammoth Book of UFOS - Lynn Picknett
Jacques Vallee - Revelations
Whitley Strieber - Commnunion
Menções de Jenny Rendler - a maior pesquisadora
inglesa desta área.
* Ilustração: Claudio Salvio
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