A Ciência e a Evolução
Segundo Michael Ruse – filósofo do darwinismo (resumo)
“A ciência entende a evolução como sendo e explicação de como a vida de desenvolveu depois da sua gênese. Não é o objetivo da teoria evolucionista explicar como se originou a vida. Além disso, é importante distinguir em relação ao termo evolução, o acontecimento evolução de modo como surgiu (o que os criacionistas confundem)”. Nenhum cientista nega que a evolução seja um fato; o que se discute é como ela aconteceu, ou seja, quais foram os mecanismos da evolução. Criacionistas que admitem de algum modo a evolução – porque é impossível nega-la absolutamente, limitam-na à evolução interna à espécies (não aceitando sua ocorrência entre espécies). Rejeitam, em conseqüência, que os seres vivos do planeta descendem de um único ancestral como está inscrito no código genético, literalmente idêntico em todos os animais, plantas e bactérias, Apesar de diferirem em detalhes superficiais, todos eles são variações do tema DNA e os 30 milhões de maneiras pelas quais o DNA se propaga”.
Outras definições, nas palavras dos seus adeptos
“A evolução compreende todos os estágios do desenvolvimento do universo: cósmico, biológico e humano ou cultural... A vida é produto da evolução de matéria inorgânica e o homem é produto da evolução da vida”. Theodosius Dobzhansky.
“Evolução, em sentido amplo, pode ser definida como o processo direcional e essencialmente reversível que ocorre ao longo do tempo, que em seu curso dá origem a um crescimento de variedade e um nível crescentemente alto de organização em seus produtos. O nosso conhecimento atual de fato nos força a esposar a opinião de que toda a realidade é evolução – um processo único de auto-transformação”. Julien Huxley.
Neo-darwinismo – como surgiu
Darwinistas ou evolucionistas, todo o mundo sabe o que pregam e o que defendem. O que seria então o neo-darwinismo? O neo-darwinismo nasceu nos meados do século 20. Até esta data os muitos ramos da biologia não mantinham nenhuma comunicação entre si. (Maur, E. (1191 –Onelorg Argument). A evolução possuía, então, opiniões próprias e separadas da genética, sistemática, paleontologia, anatomia comparada, embriologia, etc. É lógico que todas estas interpretações começaram a confundir e a impedir uma visão coerente da evolução darwiniana. Nos meados do século 20, líderes dessas áreas se reuniram em reuniões interdisciplinares, cuja meta seria a fusão das opiniões em uma teoria coerente da evolução, baseada nos princípios de Darwin. Daí surgiu o que foi intitulado de síntese evolutiva e a teria: neo-darwinismo, que forma a base do pensamento evolutivo moderno.
Nota: a bioquímica não foi convidada para estas reuniões por um simples motivo: ainda não existia!
Bibliografia:
- Vários autores – Internet - A Caixa Preta de Darwin – Michael Behe – ed. Jorge Zahar.
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