Enfrentando aposta de Darwin - Parte 3
Enfrentando o Desafio de Darwin (Parte 3 de 3)
No fim de julho de 1996, Mike Behe sentado em seu escritório, ligou seu computador e passou uma vista em seus e-mails. Havia sido um mês estimulante: seu livro finalmente estava sendo impresso. Estava entusiasmado por sua coletiva com a imprensa em Washington, D.C., na frente de diversos intelectuais e pessoas da mídia. Enquanto passava férias com a família na costa de Maryland, ele recebera um pacote da Free Press contendo uma cópia de seu primogênito literário. Então, alguns dias mais tarde, surgiu um comentário que uma resenha [sobre seu livro] apareceria no New York Times Book Review. Aquela notícia trouxe entusiasmo misturado a temor: queria comemorar, mas perguntou a si mesmo se deveria se preparar para um ataque [dos críticos]. Passando rapidamente por sua lista de e-mails, Behe detectou uma mensagem de Phillip Johnson. Ao abrir a mensagem e correr [os olhos] nela, sorriu pelo linguajar encorajador [de Johnson]: "Não se preocupe, Mike. Ainda que o Times 'bata' em você na resenha deles, vai acontecer um terremoto cultural [nos Estados Unidos] no dia 4 de agosto quando eles a publicarem." Alguns dias mais tarde, Behe recebeu uma cópia da resenha e digitou um comunicado via e-mail que surgiu nas telas de computadores de diversos colegas no movimento do design/planejamento [inteligente]: "Boas notícias -- acabei de receber a resenha do New York Times. Nada mal. Nada mal mesmo. Numa escala de um a dez [dez sendo louvor extasiante, um sendo uma 'surra'], é um oito." Behe podia sentir os tremores distantes. Ao dar palestras, a primeira das perguntas feita a Behe é -- "O que os darwinistas dizem de seu livro?" Ele destaca três ou quatro reações que se repetem. Algumas simplesmente o rotulam de 'criacionista' e desconsideram seus argumentos sem a devida atenção; mas esta não é a reação típica. Quase todos os críticos admitem que Behe tem os fatos [científicos] corretos. O bioquímico James Shapiro disse que A Caixa Preta de Darwin havia, na verdade, atenuado a complexidade dos sistemas da célula, enquanto que James Shreeve admitia que "Behe pode estar certo que, dado ao nosso estado atual de conhecimento, a boa e velha evolução gradualista darwiniana não pode explicar a origem do ...transporte celular." Todavia, Shreeve e os demais dizem que o catedrático de Lehigh desistiu muito cedo [em buscar respostas naturalistas]. Muitos acrescentam que a ciência simplesmente não pode acolher tais noções não científicas como a do "design/planejamento inteligente". Behe considera esta objeção como uma tentativa transparente, baseada em preconceitos filosóficos, de estabelecer limites em ciência. Alguns críticos têm buscado refúgio nas novas idéias matematicamente fundamentadas de Stuart Kaufmann, um catedrático na Universidade da Pennsylvania que utiliza modelos computacionais para simular o que ele chama de "ordenação espontânea da vida". Behe critica as idéias de Kaufmann no seu livro [A Caixa Preta de Darwin] destacando que um artigo recente na [revista] Scientific American descrevia a obra de Kaufmann "ciência sem fatos". Behe enfatiza que os modelos de Kaufmann nunca se referiam a dados químicos ou biológicos reais e que não produziu nenhum experimento em laboratório. Assim, ele conclui, as idéias de Kaufmann não oferecem nenhuma esperança como uma rota de escape para os darwinianos. Depois que as reações de biólogos profissionais ao A Caixa Preta de Darwin começaram a surgir em grande quantidade, Phillip Johnson destacou: "Até agora toda a crítica ao livro de Behe não desafia a verdade do que ele diz. Apenas reflete quão infeliz os darwinistas se sentem ao perceber a evidência científica e a filosofia materialista deles indo em direções opostas." Esta infelicidade foi evidente numa palestra recente na Universidade do Sul da Flórida. O catedrático que leciona o curso de evolução para bacharelandos [daquela] universidade objetou: "Você está desistindo muito cedo. A bioquímica está na sua infância. Estes sistemas foram descobertos há apenas 20 ou 30 anos atrás. Dentro dos próximos anos, nós poderemos começar a entender como estes sistemas evoluíram. "Behe respondeu: "Realmente, muitos destes sistemas já haviam sido entendidos completamente há 40 anos atrás ou mais e nenhuma explicação foi publicada oferecendo um cenário plausível pelo qual eles possam ter evoluído. Qualquer ciência que afirma ter explicado algo, quando na verdade eles não publicaram nenhum explicação a respeito, deve ser chamada prestar contas." Michael Behe realmente deseja ser nada mais do que um contador biológico, iniciando uma longa e devida auditoria dos livros darwinianos. O mundo está esperando pelos resultados.
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